JMJ Portugal 2022, uma ponte do futuro para o agora dos jovens!

Ao ouvir, com muita alegria, a declaração de que Portugal irá ser palco para a realização da Jornada Mundial da Juventude em 2022, e recolhendo algumas reações eruditas acerca deste anúncio, partilho o testemunho do meu olhar sobre os jovens, entre o sonho e a realidade. As próximas JMJ, em Portugal, poderão vir a ser:

― Um desafio grande para um país pequeno, mas com memória de uma alma grande, que a perdeu e precisa de restaurar em favor do agora dos jovens, conforme o Papa Francisco tem vindo a sugerir desde a visita “ad limina” dos Bispos em 2015, em que se referiu como questão séria a “debandada dos jovens”.

 

― Um risco a assumir, com todos os benefícios colaterais que podem advir de um encontro dos jovens com o Sucessor de Pedro, (re)ligando o futuro dos jovens a Jesus Cristo e à Igreja, a partir, embora independentemente, da imagem do Papa.

― Uma forma de a Igreja e a Sociedade civil darem as mãos na promoção de valores que, mais do que as ideologias, estão mais que provados no garantir a felicidade a longo prazo, para toda a vida, como tem vindo a ser sublinhado com os motes da tolerância e da paz.

― Uma plataforma para a África, um continente que nunca teve a graça de realizar um evento desta envergadura, mas que, a partir de Portugal, pode vir a conseguir uma resposta positiva a uma candidatura que, também, lhes seja favorável quanto ao presente e futuro das novas gerações.

― Em concreto, para a pastoral com os jovens em Portugal, poderá vir a ser não só um grande instrumento quanto ao acompanhamento dos jovens, na fé e no discernimento vocacional, como protagonizou o há pouco acontecido “Sínodo dos Jovens”, mas também um grande instrumento de comunhão eclesial, se se tiverem em conta todos os membros de que são feitos este “corpo” que é a Igreja em Portugal.

P. TóJó

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